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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Uma em cada quatro famílias gasta mais de 30% da renda com aluguel
Os gastos com o aluguel ultrapassam 30% da renda familiar em aproximadamente um quarto dos domicílios alugados no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa configura “ônus excessivo” da despesa sobre o orçamento doméstico (a orientação dos especialistas é que o aluguel comprometa de 20% a 25% da renda). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (17) na Síntese de Indicadores Sociais, com informações referentes a 2013.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Comprador que busca 1º imóvel em SP tem renda média de 5 mil
Estudo destaca diferenças de perfil entre compradores que buscam imóvel pela primeira vez e aqueles que já adquiriram um imóvel antes. Aqueles que buscam adquirir seu primeiro imóvel têm renda média mensal de 5 mil reais e se interessam, principalmente, por imóveis na faixa de 249 mil a 499 mil reais e com área privativa de 50 a 89 metros quadrados.
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Descompasso entre preço dos imóveis e renda afeta o mercado.
Nos últimos anos, o valor dos imóveis cresceu muito acima da renda, criando um descompasso entre a capacidade de endividamento das famílias e o financiamento imobiliário. Enquanto a renda média do trabalho do brasileiro subiu 43% entre 2007 e 2011, o valor médio dos financiamentos de aquisição de imóveis feitos pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) aumentou 83%.
Veja a matéria na íntegra.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Alta dos alimentos foi a que mais pesou na inflação em 2011
Com a renda e o emprego em alta, o brasileiro passou a frequentar mais restaurantes e a alimentação fora de casa foi o que mais pesou na inflação do grupo alimentos em 2011, com alta de 10,49%. A alimentação no domicílio subiu menos: 5,43%.
Segundo Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o grupo alimentação começou o ano pressionado pelo choque das commodities de 2010, mas foi perdendo força. Porém, a alimentação fora se manteve em alta, diz, em razão do aquecimento do mercado de trabalho e de pressão de custo dos restaurantes --aumento de salários e aluguéis.
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